quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mais um vídeo do Audax 300

Clique abaixo pra ver um vídeo de 10 minutos enviado pelo Ivan Rolim.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Vídeo Audax 300

Cezar Barbosa já completou vários Audax pelo Brasil. Recentemente passou a filmar e editar vídeos de suas aventuras. Clique abaixo para ver o vídeo do Audax 300 de 9 de agosto

Brevet dos Voluntários - Relato do Eduardo

Da esquerda pra direita: Marcos, Paulo, Edu, Edson. Maurício agachado e Daniel tirando a foto

Neste domingo foi realizado o Audax 300 dos voluntários. Os ciclistas que trabalharam no dia 9/8 na largada, PC1 e chegada puderam tentar obter o Brevet num repeteco idêntico do Audax 300 da semana passada, mas sem nenhum PC real. Dos 9 inscritos só 5 apareceram, além do Edson que não tinha Brevet 200, mas nos acompanhou. Abaixo meu relato do que passamos ontem.

Edu


Momentos 1

Perguntei ao meu companheiro de pedalada:

- Maurício, quantos anos você tem?

- 47 – diz ele, mas o barulho da estrada não me deixa ouvir direito.

- 37?

- Não! 47!

- Ah tá, mas você passa por 37.

- Obrigado. E você tem quantos anos?

- 33 – respondo eu.

E ele manda direto:

- Então eu passo por 37, fácil.

Dito isto, sai rindo alto e debochado, pedalando mais rápido...


Momentos 2

Uma e meia da manhã. O Marcos disparou na frente e o Daniel ficou bem pra trás justamente num trecho da estrada que fica longe de casas e fábricas, portanto com pouca luz artificial. Menos ainda porque poucos carros passavam nessa hora. Mesmo com os dois faróis ligados já dava pra perceber que a noite estava linda com zilhões de estrelas e uma lua minguante ‘recém-nascida’. O trecho onde eu estava era uma descida leve, longa e reta. Reduzi a velocidade, parei de pedalar e desliguei os faróis. Por alguns instantes deixei a bicicleta rolando e só olhei pro céu, vento no rosto, lua e estrelas se exibindo no máximo... Simplesmente fantástico e inesquecível.

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Relato completo


Saí de casa às 22 hs pra encontrar Daniel e Marcos num ponto de encontro que ficava mais longe da Praça XV (onde fica a estação das barcas) que a minha casa. Devaneio número 1. Nos atrasamos pouco, mas foi o suficiente pra nos colocar em ritmo acelerado pra Praça XV. Deu tempo e lá encontramos o Maurício e o Edson que faria o 300 só pra nos acompanhar, já que não tem o Brevet 200. Em Niterói encontramos o Paulo César. Éramos 6, curiosamente dois de MTB, dois de Speed e dois de reclinada. Esperamos 30 minutos e como mais nenhum dos 9 inscritos apareceu, partimos. De início, nos 5 km urbanos, pedalamos juntos, mas na estrada (BR 101) rapidamente dois grupos foram formados. Mais rápidos, Maurício, Edson, Paulo e Marcos seguiam na frente. Eu e Daniel ficamos pra trás. Ainda não fazia muito frio, mas preferi me aquecer lentamente. O vento era contra e forte.


Na altura do 15° km eu e Daniel encontramos o Marcos parado no acostamento: pneu traseiro furado. Empurramos 100 metros pra ficar sob um poste de luz e saímos do acostamento. A troca foi rápida, mas a noite era longa então partimos sem mais delongas. Logo o Daniel foi ficando pra trás. Seu ritmo era mais lento que o nosso. Paramos na altura de Manilha pra esperá-lo, mas logo nos distanciamos dele de novo. Chegamos ao PC 1 às 2:35 e pouco depois o Daniel nos liga. Ele estava com câimbras e parou num posto de gasolina pouco antes do PC 1. Ele comeu umas bananas e seguiu pra nos encontrar no PC 1 lá pelas 3:10. Nosso atraso era enorme e o Daniel já chegou dizendo que voltaria pra Niterói. Todos concordamos que seria melhor assim, mais prudente. Ele esperaria o dia amanhecer e retornaria Segui com o Marcos acreditando que o grupo da frente estava uns 10 kms na nossa frente. O vento continuava contra e forte.


Em Rio Bonito (60° km) resolvemos parar rapidamente no posto que foi o PC 1 do Audax 200 de abril. Ao chegar avistei um ciclista de colete, depois outro e mais um. Eram eles! Mas ainda aqui? Eles nos contaram que a speed do Paulo teve dois pneus furados, uma vez o dianteiro e outra vez o traseiro, sendo que o pneu traseiro estava rasgado e tinha uma embalagem de barra de cereal fazendo as vezes de manchão. Seguimos juntos, mais lentos, pois o Paulo estava receoso de ter novo furo. Assim seguimos pela Via Lagos até o PC 2 no qual chegamos perto do tempo limite. As longas subidas com vento contra atrasavam o Marcos na reclinada e eu o acompanhava ficando um pouco mais à frente. Um pouco antes do pedágio encontramos o trio enchendo o pneu da speed do Paulo de novo. Ao chegar ao PC 2 às 5:55 ele anunciou que pegaria um ônibus pra Niterói ou Rio de Janeiro. Mais uma baixa.


O sol nasceu enquanto tomávamos café da manhã. Nos despedimos do Paulo e seguimos. A partir daqui os ritmos se definiram individualmente. Edson disparou na frente, eu e Maurício ‘nos encontramos’ e o Marcos ia mais atrás. O vento passou para neutro, mas o sol vinha chegando e anunciava que seria forte. Voltando pra BR 101 o vento voltou a ser contra e forte, mas chegamos ao PC 3 dentro da tolerância de tempo (8:44). Nossa média total subia, mas ainda estava abaixo de 15 km/h. Preocupante. O Marcos chegou ao PC 3 10 minutos depois de mim e anunciou que voltaria pra casa pedalando mais devagar. Mais um abandono em mais um PC. Naturalmente brincamos a respeito do PC 4. Quem abandonaria em Cachoeiras de Macacu? Hehehehe.


Ao sair do PC 3 o vento também era contra, mas logo virou a nosso favor. O calor, no entanto já era maior e o consumo de água e isotônico aumentou. Como praxe o Edson disparou na frente. Como pedala esse guri! Eu e Maurício seguimos juntos e o Marcos nos acompanhou mais, até que nos distanciamos dele. Fiz uma parada rápida pra comprar água com o Maurício e seguimos. O Marcos ligou e disse que teve outro pneu furado, mas iria fazer tudo com calma na sombra de um posto de gasolina. Entramos na RJ 116 e o vento contra voltou. Aí começou a tortura com sol forte, muitas subidas e muito vento forte. Nossas forças foram sendo minadas rapidamente e a 15 km de Cachoeiras de Macacu comecei a sentir muito calor, fraqueza e enjôo. Paramos num restaurante. Bebi água gelada e tomei dois longos banhos de uma deliciosa água fria na pia do banheiro. O Maurício aproveitou pra fazer um lanche. Na volta à estrada surgiram algumas sombras o que renovou o meu ânimo. O Edson tinha parado pra nos esperar e surgiu na nossa cola um pouco antes do portal da cidade. Chegando ao Posto de Gasolina do PC 4 às 14:15 o pneu dianteiro da bicicleta do Maurício furou. Trocamos e ele já remendou a câmara por precaução. Ninguém abandonou no PC 4 então concluímos que a maldição do PC tinha ido embora.


O sol já baixava, mas o calor ainda era forte. Pelo menos o vento estava em neutro ou a favor. Mais uma paradinha breve pra comprar água e ficar ainda mais longe do Edson. A partir daqui a vontade de voltar pra casa aumentava o ânimo e o ritmo aumentou muito, menos nas subidas. O Edson ligou e disse que esperaria por nós no PC 5, muito gentil. Chegamos às 16:56 e fizemos um lanche mais demorado, pois era senso comum que seria a última parada longa. Havíamos recuperado a média de velocidade, mas sem folgas. Do PC 5 ao PC 6 (chegada) seriam pouco mais de 40 km e à noite. Ainda bem que havia forte vento a favor e o sol se punha.


Seguimos todos juntos num ritmo alucinante só interrompido por um acidente na estrada. Até a saída 318 da BR 101 nossa média ficou em 28 km/h e já tínhamos 250 km no hodômetro! Entramos em uma São Gonçalo com bastante trânsito de motoristas domingueiros e mal humorados, mas sobrevivemos a mais esse teste e chegamos à estação das Barcas às 19:20. Rapidamente entramos na estação pra voltar pra casa e o meu celular começa a fazer ligações pra informar do sucesso. Marcos e Daniel voltaram bem e já estavam em casa. Paulo César idem.


O dia foi desgastante, a noite foi linda e fez valer a pena pedalar na hora em que deveríamos estar dormindo. Foi uma experiência diferente, mais fascinante do que eu pensava e mais segura do que parece. A distância é realmente muito grande e acho que ainda não ‘caiu a ficha’ de que realmente completamos esse grande desafio.


Agradeço muito aos colegas de pedalada. Foram fundamentais para diminuir os momentos de desânimo e potencializar as (muitas) horas agradáveis. Agradeço também aos amigos que ligaram o dia todo pra acompanhar a jornada.

Eduardo Bernhardt

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Relato Audax 300 Paulo Albuquerque

O Paris Brest Paris (PBP) é um evento de ciclismo de longa distância que se realiza a cada quatro anos e consta de 1225 km de distância, 9539 metros de subidas acumuladas e de até 90 horas totais para ser realizado. Organizado pelo Audax Club Parisien (ACP), este evento de ciclismo, predecessor do Tour de France, acontece desde 1891 e é o mais antigo que ainda se realiza. Tratava-se anteriormente de uma corrida profissional e hoje é a prova de maior prestígio, dificuldade, tradição e participação do ciclismo amador internacional. Para qualificar-se, cada participante teve que completar a série de Brevets do Les Randonneurs Mondiaux (braço internacional do Audax Club Parisien), que certifica todos os brevets. Pedaladas de 200, 300, 400 e 600 km. No Brasil, oficialmente desde janeiro de 2003, existe o Clube Audax Brasil (CAB), instituição filial do Les Randnneurs Mondiaux (LRM), que é o único clube autorizado no país e, por enquanto, em toda América do Sul, para qualificar ciclistas para o PBP.
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Paulo e Alexander se concentrando para a largada à meia-noite.

9 de agosto de 2009, (Dia dos Pais) são 23h47m, concentração em frente à Estação das Barcas de Niterói para os últimos detalhes sobre o evento, tais como PCS, ponto de apoio, segurança, rota e fechamento dos horários. Eduardo anuncia partida em 1 minuto. Vamos colocar em prática a estratégia então planejada, ficar acima dos 25 km de média em pouco mais de 300 km pedalados. Saímos todos com o objetivo de completar os 300 km.

1º PC 41 km (RIO BONITO): Chegada 01h38m. Alguns audazes já estavam presentes, como era o único PC com apoio vamos aproveitar e hidratar bem antes de seguirmos para o PC2 no km 86,4 (REDE GRAAL na VIA LAGOS). Não poderia deixar de agradecer ao HENRIQUE, GLEDSON e RENATA pelo apoio nesse PC, e outros que possa não ter citado, faltava ainda um de nossos amigos que estava a caminho. Alexander e outro que segundo informações teve um pneu furado. Telefonei à procura e eis que chega nosso amigo, então vamos continuar nossa jornada. A partir desse momento o grupo começa a se dividir, o que já seria natural por conta da performance de cada um e não de qualquer competição que segundo os bastidores já estaria rolando no grupo de ELITE. Posso dizer até que os Deuses nos ajudaram na prova durante a noite pela iluminação natural... que lua meu amigo! Ainda tive a companhia de alguns audaciosos durante a noite, show!

Chegada ao PC2 04h22m. Hora de comer alguma coisa com mais sustância pois a madrugada iria ser o pior percurso em função do nosso horário, melhor estar bem alimentado para encarar essa jornada. Começam a chegar alguns audazes, todos unânimes sobre a noite maravilhosa que contemplávamos, uma presença inesperada de apoio aparece, o pai do Ivan, posso dizer uma pessoa maravilhosa, espirituosa, falante e amiga, um gentleman, podesse dizer um paizão (Ivan, este sou eu do email da discórdia). Seu pai ainda fez a gentileza de emprestar o casaco a um amigo meu Alex, que estava fazendo a prova sem nenhum compromisso, só por estar ao lado dos seus amigos e apurar as dificuldades da jornada. Vamos em frente para o PC3 129km(SILVA JARDIM).

O dia vinha amanhecendo muito bonito por sinal, névoas conforme citado pelo Ivan em alguns percursos, corpo cansado, não tanto pela distância, mas pelo nosso relógio biológico, e sabíamos que ia fazer um sol de rachar, então vamos pedalar! Quanto mais rápido for menos doloroso. Chegada ao PC3 06h58m. As pernas já começavam a sentir um pequeno cansaço, por ter havido feito naquela semana a Escalada Serra Mar e ter puxado no treino durante a semana. As câimbras estavam para acontecer a qualquer momento, então fizemos uma parada maior para alongar, tomar um bom café da manhã e prosseguir, pois ainda não estávamos na metade do caminho, o dia iria ser longo e o sol a pino. Após um bom descanso partimos para PC4 212 km (Cachoeiras de Macacu), e posso dizer que esse trecho foi o mais desgastante para todos por uma extensão maior do que os outros e por causa do sol. Sugestão: ano que vem quebre esse percurso em dois porque será menos doloroso. No caminho fiz uma parada estratégica para comprar água de coco, pois além de hidratar é um bom soro também e já sentia um pouco da resistência caindo, ainda não sabia o que havia por vir. Continuando até o nosso objetivo que era o PC4 as longas e intermináveis subidas estavam desafiando nossos limites. Mas não adianta chorar. Passados 2/3 do percurso estávamos chegando ao nosso destino.

Chegada ao PC4 11:00AM. O corpo já dava sinal de cansaço e muitas dores na panturrilha devido ao esforço das provas anteriores, sabia que isso poderia acontecer quando fui fazer a prova então tinha que dosar minha condição física a qualquer preço. Mais uma vez alongamentos hidratação, proteínas, carboidratos e lá vamos nós de novo para a estrada. Pensava eu 'agora só mais 100km'. Lêdo engano iria ser uns 200km, só pela dificuldade.
PC5 256 km Kioske do Alemão. Caminho de volta para casa, Rio de Janeiro. Chegada ao PC5 14:15m. Agora qualquer parada, mais longa seria o caos para voltar, a ordem era seguir em frente em no máximo 10minutos. Ainda encontrei os 1º colocados (exceto os 2 primeiros que já havima terminado) no último PC descansando. Hidratamos e seguimos em frente que a hora é essa, então vamos para a estrada. Precisava manter a média de 25 km/h que vinha fazendo para chegar no tempo pré-estabelecido por mim, esse era meu desafio pessoal planejado antes da prova. Ao longo do caminho cruzo com dois audaciosos do desafio 170 km. Segundo o fiscal Guilherme, são os 2 primeiros colocados. Show de bola também duas simpatias de pessoas, e viemos junto durante o caminho até o PC6, vide foto com nosso amigo fiscal Guilherme! Chegada ao PC6 16h00m, cansado mais satisfeito por ter cumprido meu objetivo que era completar no meu tempo planejado!

Edson (Desafio 170), Paulo (Audax 300), Guilherme (voluntário PC 6) e Rafael na chegada a Niterói.

Eduardo, mais uma vez obrigado por fazer parte dessa família chamada AUDAX. É um privilégio para poucos! Sentirei falta de vocês ano que vem por não ter o Audax 400/600/1000 km, pelo Rio de janeiro, mas como falei a você, pretendo competir em 2011 no UCI XCO MTB categoria Master 50-54 que vai ser na França, na mesma época do AUDAX 1220 km em que só 4 brasileiros completaram a prova em 2007. Pretendo estar na lista dos que vão concluir em 2011 e ainda participar do Tour de France com o pessoal do Walter Tuche, meu preparador no último mês a quem copio este relato que será publicado no blog dele também.

Eduardo, vou chegando ao fim do pequeno relato, com o corpo ainda dolorido porque foi a primeira vez na minha vida que fiz uma distância acima dos 300 km, ainda mais começando na madrugada, mas valeu como preparação física para saber minhas limitações pessoais. Cometi um pequeno e grande pecado capital: não me hidratei o suficiente no dia seguinte à conclusão da prova e minha resistência caiu vertiginosamente. Agora estou em recuperação, faz parte do nosso aprendizado durante a vida. No mais a todos, e mesmo aos que não completaram a prova vocês são vitoriosos só em participar para saber os seus limites.
“Para mim todos vocês são campeões!”
Mais uma vez obrigados a todas que ajudaram na organização!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Relato do Ivan Rolim


Eu, Ivan, integrante da equipe megariders, preparei-me para este audax como quem se prepara para uma grandiosa aventura. Porém, tudo estava em cima da hora, e precisava sair do interior paulista até o Rio de Janeiro no mesmo sábado. Embora com princípio de faringite, não queria desistir, e resolvi, às 23:20, chegar à Niteroi e esperar pela turma: Bruno e Marcus, meus amigos do Rio. Eu estava de speed, e os dois, de MTB.
Na largada, prontamente às 0:01, todos saímos, a maioria iluminados, seja por coletes reflexivos, ou leds super potentes. Mas temia chegar muito tarde, e, sob constante avaliação física, busquei manter-me com Diego, um ironman (o qual só saberia depois) que também estava de speed. Embora eu, como sempre reforço, não use o audax para competir, eu busco me superar, e esta prova não foi diferente.
Embora com pneus 700x23, com 110 PSI, sentia a bicicleta dura naqueles acostamentos. Não podia usar 90 PSI ou menos, pois poderia gerar aqueles furos de 'mordida de cobra', ao pisar em pedras e pequenos buracos, então preferi menos conforto.
No começo da Via Lagos, tive problemas com a lanterna de cabeça, o que me fez trocar as pilhas e inclusive 'dar pancadas' no apetrecho. Eu agora estou convicto: muitas lanternas compradas no mercadolivre, ou "dealextremme.com" NÃO tem boa qualidade. É preciso tomar cuidado com isso, e verificar as presilhas (se são de plástico ou aço), seja em treinos anteriores ao audax ou passeios.
E, definitivamente: jogue fora suas pilhas ELGIN, e 'SONYs' de 3000mAh.... compre originais. Salva tempo e impede que voce páre muito, so trocando estas pilhas.
Os postos de controle, durante à noite, estavam abertos, exceto no PC3, em Silva Jardim, onde tivemos que tirar fotos e filmar o local, pouco depois das 5 da manhã. Duas pessoas apareceram, e até ficamos meio receosos, mas eram frentistas que acordavam...
Havia muitos caminhões que nos fechavam, mesmo no meio fio. Era preciso ficar no acostamento, mesmo que este estivesse ruim. Nas retas, eu e Diego ficávamos na pista, assim ganhávamos velocidade e tinha menos risco de quedas por buracos.
A manhã chegou a congelar em Silva Jardim, com neblina forte. Tive que tirar os óculos, já que tenho miopia, e fiquei com Diego a conversar e filmar, enquanto passávamos por pedágios iluminados e ouvia barulhos de cigarras, sapos e até de vacas ao longe.
Paramos às 7 da manhã em Itaboraí, e tomamos café e sanduíches. Como banana passa e recarrego as garrafinhas. Ligo para meus familiares: 'o pior já passou'.
O ritmo ficou nos 28km/h, até Cachoeiras de Macacu. Parecia uma cidade fantasma. Um vendedor conversava comigo enquanto me dava um Tampico e informava: 'são 8 para as 9'. Era também a hora de cada um ir no seu ritmo. Diego foi adiante, e pedalei sozinho durante os últimos 70km, sempre alcançando-o nos PCs e perguntando se tudo estava bem.
Pedregulhos, acostamento com ranhuras, tartarugas de concreto e paralelepípedos quebrados inundavam a Manilha. Eu precisava manter contato com minha família pelo celular, indicando que tudo estava bem. O sol começava a esquentar, e, embora com protetor solar, estava com a garganta pior. Preferi não beber mais água fria.
Depois da Casa do Alemão, sozinho, encarei subidas e descidas que se repetiam, ao som de caminhões e carros ávidos, de quem voltava de um dia de praia em Cabo Frio, ou de um lazer em Saquarema. Meu braço direito começou a doer muito, e isso porque havia feito alongamento. Tive que forçar mais o braço esquerdo.
Entro na saída 318, seguindo a rota praticamente por dentro de São Gonçalo, como na ida, tomando cuidado com o trânsito que estava intenso, enquanto ouvia crianças gritando e soltando pipas, e chego pouco depois de 12:30, chego no posto final. Tudo indica que Diego havia ido embora nas barcas das 12:30 (mal tive tempo de parabenizá-lo).
Converso com um simpático voluntário, recebo o Brevet, e indico que farei mais 100km.
Começo a sentir fraquezas e as mãos 'dando choque'. Era hora de comer mais bananas e 2 fatias de pizza. Em pé, faço o almoço (em muitas lanchonetes, dependendo do caso, nem havia cadeiras), molho o rosto e os braços, já ardendo do sol, ponho mais protetor solar, e subo na bicicleta. 13:01....hora de partir.
Ao sair, aceno para o voluntário, o qual ficou a me observar, naquele sol, indo para a Manilha novamente. Eu queria muito completar 400km, custe o que custar.
Voltavam as repetições naquela Manilha. Às 15 horas, depois de refletir, cantar sozinho, ouvir mp3 num ouvido só, enfim, procurando me animar, chego no Posto BR, ao lado da Casa do Alemão, antes de Rio Bonito (lado direito).
Preferi ficar 20 minutos na sombra, do contrário, poderia desmaiar. Estava com poucas energias, e agora os joelhos doíam. Ponho minha meta adiante de terminar os últimos 50km a uma média menor (24km/h), ainda pegando um pouco de vento contra. Vislumbro o pôr do sol no retão da Manilha e encaro um trânsito agora intenso: carros, carretas, motos, ônibus e vans.
Antes de chegar, ao adentrar a saída 318 pela segunda vez, um suspiro de alívio. Havia visto muitas crianças soltando pipa na estrada! Se alguem usasse cerol e estivesse com a pipa atravessada pela pista?

Ao chegar no centro de niterói, uma alegria muito grande: sim, havia conseguido. 400,87km às 17:18.
Ao parar, na cabine da PM, em frente às barcas, Marcus, que havia chegado meia hora antes, descansava. Dois outros voluntários esperavam os outros audaciosos. Marcus havia completado seu primeiro audax de 300km, mesmo passando mal. Bruno havia chegado bem antes e já tinha ido embora. Parabenizei Marcus e fomos juntos para o Rio, pelas Barcas, um ajudando o outro a caminhar. A noite iniciava, agora, graças a Deus, sentado, jantando, rindo e comentando a longa viagem, nas ruas cariocas.
Parabéns a todos! Muito fico feliz ao poder ter essa oportunidade de pedalar com todos, saindo de nossas vidas repetitivas, rumo a um dia de muita adrenalina, com companheirismo e força de vontade.
E principalmente, um muito obrigado aos voluntários!"
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Ivan Rolim

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Resultados do Audax 300

Primeiro álbum de fotos

A voluntária Renata Loureiro enviou o primeiro álbum de fotos e publico o link abaixo. Mais uma vez peço a todos que tiraram fotos e fizeram filmes que enviem pra dividir com os outros participantes e voluntários.

Fotos da Renata

Resultados do Desafio 170

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Meu primeiro desafio: relato de uma novata

"...um por do sol lindo,
visto em uma velocidade que de carro é um flash, para um ciclista é uma
moldura com uma foto iluminada."


Relato de um primeiro desafio

Seguindo sugestão de um amigo experiente em Audax e desafios do gênero, resolvi fazer um relato do meu primeiro desafio 170Km. Para muitos pode não ser um grande feito, ou podem ver como um mero passeio, mas para mim foi uma experiência única de superação e que pode me proporcionar outros desafios além das pedaladas.

Desde que resolvi pedalar, a curtição era a atividade ao ar livre, num clima agradável, em locais bonitos e curtindo ótimas companhias. Mas ao ouvir histórias e participar como voluntária de um Audax, resolvi experimentar um desafio de 170Km que aconteceria, mesmo nunca tendo participado de um evento de longa distância com tempo estipulado. Meu treino era moderado e não me sentia pronta para tal feito, mesmo meus amigos e conhecidos estimulando e falando que eu seria capaz. Em função das chuvas e do intenso trabalho que tinha, não estava treinada, mas decidi aceitar o desafio.

Na semana anterior bateu um medo fenomenal. Tive diversos receios, como medo de não aguentar, da bicicleta quebrar e eu ficar na pior, de me perder, de assalto, de estar sozinha numa furada, enfim, cada hora era uma coisa. Mas expondo esses medos, um grande amigo resolveu ser minha companhia e a partir daí meus medos diminuíram significativamente.

No dia do evento, muitos desses medos voltaram, mas eu estava segura por saber que haveria uma pessoa que estaria ao meu lado em todos os momentos. De fato, assim foi. Os primeiros 40km fiz com muita tranqüilidade, curiosamente até cheguei a me preocupar com isso, estava bem de mais. Ele me perguntou: está se divertindo? Eu seguramente respondi que sim!

Quando chegamos nos quase 60km meu joelho começou a “bater um papo” comigo e já não me sentia tão bem. Alguém falou que era tudo uma questão de concentração, é assim mesmo. Claro, nada melhor que pessoas estimulando e explicando os estágios que o corpo passa nessas horas para gente focar a energia pra outro lugar do corpo. No momento era pro meu joelho ficar quieto e minha coxa trabalhar mais. De qualquer forma, parei numa barraquinha de coco gelado de uma senhora muito simpática. Dei umas esticadas, renovada, e seguimos. Aos 80km e alguma coisa, chega a segunda parada oficial. Começo a repensar minha opção de estar ali, me questionando até que ponto deveria ter feito aquilo, mas é isso ai. Como um belo sanduíche, me alongo e mais uma vez o esforço de amigos que estimulam a continuação da viagem. Estamos na
metade, agora é só voltar!

Nesse momento o sol está a pino e a vontade de desistir só cresce. O joelho está fazendo uma “palestra” para mim e a concentração fica mais difícil com o calor. Muito difícil! Com a ajuda de quem se propôs a acompanhar, faço umas pequenas paradas para refrescar e seguimos. Quem nos acompanhava estava lá na frente, mesmo ligando para gente, fazendo brincadeiras que na hora me soaram de extremo mal gosto desconhecendo minhas condições como “larga esse cadáver ai”, nos aguardaram para a próxima parada oficial. Nesse meio tempo, o desespero foi tão grande que no momento o que mais pensava era que tinha uma pessoa que estava ali para me ajudar, e por isso, na hora só me veio a mente agradecê-lo pela paciência. Isso me deu ânimo apesar das dores que já não se concentravam mais nos joelhos, mas sim em várias partes.
Pode até ser que tenha descoberto partes do meu corpo que eu nem sabia que existia. Por fim uma parada num local não oficial, mas muito agradável, mesmo assim eu largo minha bicicleta de qualquer jeito num gesto de extrema revolta comigo mesmo, falando que aquilo já estava sendo mais tortura que diversão, lembrando da pergunta do meu amigo nos primeiros 40km. Tiro alguns pesos de comidinhas da bicicleta e dou para umas crianças que estavam lá. Até parece que aquilo faria muita diferença naquele estágio, mas vale a tentativa, o esforço deve ser feito. Continuamos e vem a última parada oficial, perdemos o tempo do PC, mas agora era correr atrás. Que pânico!

Sofrer tanto para não conseguir chegar a tempo. Sem chance! Continuamos. O sol estava mais baixo e pudemos fazer uma média de velocidade razoável para chegarmos a tempo. Meu amigo disse: "se está preocupada com o tempo, relaxa, estamos bem e dá tempo de sobra". Nossa! Como uma simples frase pode fazer a diferença. Pude relaxar um pouco, mas naquelas condições pouco era praticamente nada. Eu sentia muita dor e qualquer subidinha era um sacrifício de querer gritar todos os palavrões possíveis. Faltando 15km para nossa chegada, comecei a chorar. Não sei porque. Não me perguntava mais porque eu não desisti antes. O que me vinha a mente era porque eu estava fazendo aquilo. Obvio que não tinha respostas divinas do porque eu estava me proporcionando tanto sofrimento. Mas algumas conclusões vieram antes, outras depois. A primeira, da qual compartilhei com meu amigo, foi que melhor sofrer e saber como seria um desafio que sempre tive curiosidade, do que não fazer e conviver com a dúvida de como teria sido a sensação de chegar ao fim. Depois, chorando muito, ainda bem que ninguém viu, pensei que estava sendo orgulhosa de mais e deveria ter desistido. Mas perto desse momento,
veio uma cena que de carro não existe em uma estrada: um por do sol lindo, visto em uma velocidade que de carro é um flash, para um ciclista é uma moldura com uma foto iluminada. Devaneios a parte nessa hora, chorei muito pela oportunidade e conflito mental, pois eu sabia que mais de 70% do meu sofrimento era psicológico e não físico. Deixei que o desespero e dor
tomassem conta de mim e não me controlei. Fiquei muda, séria, mas sabia que ao final disso eu chegaria de qualquer jeito.

A cada km que restava meu amigo contava e falava “estamos chegando, estamos chegando”, e ao chegarmos a reta final ele teve uma atitude que mesmo não sendo proposital, para mim não passou desapercebido: ele mandou eu passar a frente dele num gesto de quem vai chegar antes, mesmo ele tendo guiado os últimos km. Só não tive forças na hora para falar essas pequenas e
gigantescas percepções que tive. Pequenas atitudes que na hora foram gigantescas energias para mim.

Foi estranho chegar, porque eu estava num estágio de extrema dor em várias partes, mal humor, não conseguia ser simpática com os que queria me parabenizar, estava me sentindo muito mal. Só queria ir embora e fui logo. Agradeci imensamente ao meu amigo. Mas fiquei num estado de choque. Como disse antes, estranho.

No dia seguinte, me senti um pouco culpada por ter reagido de tal forma com as pessoas que antes haviam me dado tanto apoio e conversei com algumas, e cai em mim de uma situação básica: há sempre a primeira vez e nem sempre ela é boa. Pode não ser como uma tatuagem que sentimos muita dor, mas depois que aquela memória de dor passa, queremos fazer outras, mas fiz essa analogia. Além do mais, percebi meus erros, que foram muitos. E mais uma reflexão se
consolidou: a desistência agora não seria no momento da dor e parar, e sim ter passado por isso sabendo que seria capaz, reconhecer meus erros e não tentar mais uma vez. Agora falar pode ser fácil, mas em nenhum momento lá eu tive a sensação de entregar os pontos, apesar de pensar sobre o assunto. Não faria isso. Pode ser que minha praia não seja esse tipo de desafio, mas de
fato, mesmo com todo o sofrimento, não posso afirmar que nunca mais farei. Meu grande acerto, e porque não dizer sorte, foi não só ter aceitado o desafio como ter podido contar e confiar numa pessoa que não tinha a menor obrigação de estar ali.

Visto isso, me sinto bem agora por relatar meus sentimentos de forma mais desfragmentada em uma homenagem a quem me apoiou e não recebeu o real agradecimento: Eduardo Bernhardt e família.

Obrigada!

Carolina Souza

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Primeiras informações do Audax 300 e Desafio 170

Atletas esperam a barca Rio - Niterói das 23 hs antes da largada do Audax 300.

Olá Audaciosos
Antes de mais nada parabéns a todos os inscritos que compareceram ao Audax 300 e Desafio 170 ontem em Niterói. A maior vitória é enfrentar algum medo, as limitações físicas/psicológicas e as dificuldades do caminho. Parabéns a todos!
No Audax 300 tínhamos 15 inscritos, 14 largaram 13 completaram dentro do tempo limite e apenas um abandonou por problemas mecânicos. Assim que os comprovantes forem conferidos publicarei o o nome e os tempos dos atletas brevetados.
No Desafio 170 tínhamos 13 inscritos, 10 largaram e todos completaram dentro do tempo.

Gostaria de agradecer muito aos voluntários que ajudaram no planilhamento do percurso, na largada, no PC 1 do Audax e na chegada:
Francisco Otoch Filho e Pedro Zöhrer (planilha);
Marcos Correia Lima Azevedo, Daniel Uram (Largada);
Maurício Helman, Paulo Cesar da Costa Cereigido Jr, Gledson Batista da Silva, Renata Loureiro (PC1);
Guilherme Monteiro, Caroline Porto de Oliveira (chegada).

Peço a todos os participantes e voluntários (que quiserem) que enviem fotos e relatos para serem publicados no blog.
Mais uma vez obrigado a todos pela confiança, cooperação, coragem e determinação de ajudar e de participar das provas.

P.S.: Os atletas que não receberam certificado na chegada receberão aviso por e-mail quando estiverem prontos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Postagens antigas, mas importantes

Releia nos links abaixo postagens antigas mas que podem ser úteis para o Audax e Desafio deste domingo.
Os 7 pecados capitais do Audax
Alongamento
Longa Distância com Saúde
Dicas para durante e após a prova
Crônica

Vídeos do Paris-Brest-Paris 2007 feitos por ciclistas de diferentes nacionalidades
Brasil
Itália
EUA

Reunião técnica pré-largada

Audax 300
Para quem mora no Rio de Janeiro e vai de barca para a largada recomendamos que pegue a barca de 23 horas no sábado, garantindo assim que possamos aproveitar os 30 minutos anteriores à largada para passar a todos as últimas informações, recomendações, assinar o termo de responsabilidade e concluir a vistoria das bicicletas que já terá começado dentro da própria barca. Evitem chegar a Niterói à meia-noite. Quem o fizer terá sua largada atrasada pois precisará passar pela vistoria, assinar o termo de responsabilidade e ouvir as instruções.

Lembrem-se: 300 km não é como 200 mais 100. É outra prova, bastante diferente do Audax 200. Quanto mais informações e concentração melhor será o resultado deste que promete ser um dia fabuloso para o Audax Rio e os ciclistas que dele participam.

Desafio 170
Como a largada do Desafio ocorre apenas de 5 a 10 minutos após a chegada da primeira barca de domingo (6:00), a reunião técnica pré-largada ocorrerá dentro da barca, agilizando o procedimento de largada, como fizemos no Audax 200/Desafio 120 de abril deste ano.
Portanto cheguem à estação pelo menos 5 minutos antes das 6:00.
A assinatura do termo de responsabilidade já começa na chegada à estação da Praça XV e pode ser concluída até o último minuto.
Os atletas que preferirem ir para Niterói de outro meio de transporte não devem se preocupar, pois haverá tempo suficiente para todos os procedimentos logo que todos chegarmos a Niterói na Barca, pois este é mais simples que no Audax 300.
Quem tiver alguma dúvida deve enviar e-mail para audax.riodejaneiro@gmail.com

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Últimas horas para se inscrever

As inscrições para o Audax 300 e para o Desafio 170 se encerram amanhã ao meio dia, impreterivelmente. Quam ainda pretende participar ou sabe de alguém querendo correr, deve enviar logo as informações abaixo para o e-mail audax.riodejaneiro@gmail.com.

Nome completo
Qual prova vai correr? Audax ou Desafio?
Celular de contato no dia da prova.
Possui alguma condição médica especial e importante (alergia, diabetes, etc)?
Possui plano de saúde? Qual?
Tipo sanguíneo
Informe nome e telefone de quem deve ser avisado em caso de necessidade.

Os inscritos receberão a planilha por e-mail (com indicação exata dos PCs e do caminho) para ser impressa livremente por cada um.

Roteiro da BR 101

Pra quem gosta de saber o que vem pela frente e quando o roteiro abaixo pode ser interessante.
Fonte: www.estradas.com.br



Rio de Janeiro - RJ


BR-101




KM oficial




BR-101
Início Ponte Rio-Niterói


0

334

510


Fim Ponte Rio-Niterói
(21) 2620-9333
PRF - 191


1
*
333
*
509


PRF - 191
Base Naval do Mocanguê


10

324

500


Base Naval do Mocanguê


12

322
*
498


Adm. Ponte S.A.
(21) 2620-9333
PRF - 191 - SOS
Fim Ponte Rio-Niteró
NITERÓI
Maricá,40 - Saquarema,85


13

321

497


Início Ponte Rio-Niterói
Início Autopista Fluminense


14

320

496


Fim Autopista Fluminense
0800-2820101
Base operacional


15

319

495



SÃO GONÇALO


22

312

488






27

307
*
483


PRF - 191



35

299

475


Sede Autopista Fluminense
CCO - Base operacional
Entroncamento RJ 104
p/ Rod. Amaral Peixoto


37

297

473

BR-493
Magé, 25
ITABORAÍ
Lombada eletrônica


41

293

469


ITABORAÍ
Lombada eletrônica

RJ 104 - 23, Maricá

48

286

462



Duques
Lombada eletrônica
Base operacional


52

282

458

RJ-116
Cachoeiras de Macacu, 45
Nova Friburgo, 84
TANGUÁ


61

273

449



Base provisória
Posto / Hotel Indiano


64

270

446






66

268
*
444


PRF - 191



69

265

441


Posto Oliveira



71

263

439



Fim pista dupla-80km/h
RJ-124 - 40, Araruama
81, Cabo Frio
106, Búzios


72

262

438


RIO BONITO
RJ-124
Início pista dupla-100km/h

Acampamento Eufrates



77

257

433



Lavras


79

255

431



Mato Alto



81

253

429





82

252

428


Pedágio



86

248

424


Caxito


87

247
*
423



Cesário Alvim


90

244

420


APA Mico Leão Dourado

Imbaú



91

243

419






97

237

413



SILVA JARDIM
RJ 140
25, S. Vicente de Paula
47, S. Pedro da Aldeia

99

235

411


Base operacional